metareciclagem

Bablrr, o aplicativo lúdico :)

Thiago Hersan, nasceu em São Paulo e morou durante 15 anos nos Estados Unidos: "Fiz faculdade e trabalhei como engenheiro de computação na área de desenvolvimento de circuitos integrados. Em 2010, voltei pro Brasil pra visitar minha família e acabei ficando um ano aqui".

No final de 2011 retornou aos EUA, e em junho de 2012 voltou para o Brasil. Atualmente mora em Belo Horizonte, onde trabalha como coordenador técnico do Marginalia+Lab. "Ajudo os residentes a desenvolverem seus projetos artísticos e outras pesquisas".

Thiago está desenvolvendo alguns aplicativos para Android e terminou o primeiro recentemente. Batizado de Bablrr, usa a tecnologia CAPTCHA para que sites, como Google e Facebook, não consigam analisar o conteúdo das mensagens, e assim não consigam "ler" o que as pessoas postaram para relacionar propagandas correlatas.leia mais >>

Uma grande rede das redes, como forma de adestramento: o simulacro do poder

O episódio dois da série "Tudo Vigiado por Máquinas de Adorável Graça" traz (do minuto 51 em diante) um relato fidedigno de pequenas disputas de poderes que estão acontecendo no que chamam "de redes do Brasil".

 

 

Orlando resenhou sobre:leia mais >>

Iuri, no Bonobo: o que é livre?

O Café Bonobo fica no Bom Fim. E lá, os metarecicleiros deram bons começos às discussões e afetos, no dia 27 de julho, em Porto Alegre, enquanto rolava o FISL13. Anne compartilhou imagens e Iuri trouxe relatos:

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O FISLelex: quem pauta quem?

Começou no dia 25 e terminou hoje a edição de número 13 do Fórum Internacinal do Software Livre, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre. As metarecicleiras Lelex e Fernanda Scur articularam um(s) encontro da Rede por lá. E, segue o relato do FISL13 por Lelex:

 

Conversava com Dalton sobre a institucionalização das pessoas dentro das instituições e de como tem ficado complicado a gente se manter em meio a tudo isso. Eu, por exemplo, fui exonerada na calada da noite, sem aviso algum. Mas, isso é outro capítulo, pois o que importa mesmo é entender nosso grau de pertencimento, ou não pertencimento. Com tudo isso, achei a conversa com a Fernanda Scur sobre livre/proprietário essencial. Quando eu tentei fazer alguma coisa nos telecentros de Porto Alegre - onde todos computadores com Linux estão ociosos - a gurizada só queria saber de globo.com e Barbie. Quer dizer, como os monitores se dedicam a despertar a curiosidade dessa meninada ao ponto de não precisar se pautar mais pela tela da Globo? E quero colar a foto do hardware hackeado que Occam tem pendurado (com neon) no pescoço.